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Engenharia na Era da Inteligência Artificial: o Porto de Santos, a Ecovias e a evolução sustentável

  • 23 de jul.
  • 3 min de leitura

Atualizado: 25 de jul.

A razão sempre se expressa por meio de uma lógica (Newton C. A. da Costa)


Nos dias 16, 17 e 18 de novembro de 2026, a Universidade de São Paulo (USP), sediará a etapa final da 1ª Conferência Nacional da Engenharia, iniciativa apoiada pelo Ministério do Empreendedorismo, que anteriormente promoveu, com êxito, o Fórum da Engenharia Nacional em Brasília. Com o apoio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, tem como proposta estabelecer um processo acelerador do progresso, no novo tempo do Mundo Tecnológico, com destaque a Inteligência Artificial (IA), no qual a Engenharia assume um papel central na promoção de uma transição eficaz, integrando inovação, produtividade e desenvolvimento nacional.


A iniciativa do engenheiro Allen Habert de trazer a etapa final da 1ªConferência Nacional da Engenharia, sob o tema “Engenharia na Era da Inteligência Artificial”, para a Universidade de São Paulo (USP), representa um gesto de visão estratégica e compromisso com o futuro do Brasil. O Portogente reconhece e enaltece essa liderança, que compreende que a Engenharia brasileira precisa assumir protagonismo diante das profundas transformações em curso. Parabéns Engenheiro Allen Habert!


O Porto de Santos, o principal do Hemisfério Sul, figura entre os principais ambientes dessa transformação, ao desempenhar um papel essencial no comércio marítimo internacional do Brasil, especialmente para os desenvolvimentos paulista e brasileiro. Motivo da permanente pressão, ainda sem resultado, para a implantação das Hidrovias da Baixada Santista, como visão de modernidade, bem como fator de produtividade e competitividade, conectando e potencializando logisticamente a projetada terceira pista da Rodovias dos Imigrantes. Um projeto de aumento do fluxo do comércio, de geração de riqueza e trabalho. Diante dessa realidade, nasce no Portogente o Movimento Hidrovias da Baixada Santista., como iniciativa para o progresso regional, pela engenharia com práticas avançadas.


Inserindo-se nesse desafiante propósito, Portogente constituiu o conselho do saber desse Movimento, com três engenheiros notáveis: o Deputado Estadual de S.P., Ricardo Madalena, presidente da comissão de Transportes e Comunicação da Assembleia Legislativa de São Paulo – Alesp; Carlos Eduardo Bueno Magano, profundo conhecedor do Porto de Santos e Professor Silvio dos Santos uma eminência em hidrovias. O tema deste conselho é promover qualidade e produtividade nos transportes, de modo a atender de forma otimizada às demandas do Porto de Santos, em benefícios concretos para toda a sociedade. visando consolidar gerações atual e futura.


Em síntese, o Movimento Hidrovias da Baixada Santista tem como compromisso: atuar de forma independente, colaborativa e responsável, para transformar conhecimento em propostas, propostas em projetos e projetos em benefícios concretos para toda a sociedade. Como tem prioridade a construção das hidrovias da Baixada Santista integradas à terceira pista da Rodovias dos Imigrantes, como aumento da eficiência logística do Porto de Santos. Assim, reduzir tempos e impactos urbanos, bem como incrementar a sustentabilidade e harmonizar a relação entre o porto das cargas e a cidade das pessoas, na era da Inteligência Artificial.


Geograficamente, a terceira pista da Rodovia dos Imigrantes significa a criação de um novo eixo logístico entre a Região Metropolitana de São Paulo e a Baixada Santista. Na visão do transporte rodoviário de cargas, aumenta a qualidade logística e produz competitividade. Urbanisticamente exige sustentabilidade, por meio da harmonização do tráfego portuário e alcançada com a implantação de projetos avançados de mobilidade e logística integrada.


É improvável a EcoRodovias, que vai construir a terceira pista da Rodovia Dos Imigrantes, opor-se à construção das Hidrovias da Baixada Santista, que amplia a retroárea portuária e gera progresso. São obras complementares. Diferente de substituir um modal por outro, e sim aumentar a eficiência e qualidade ambiental do sistema como um todo. A logística do século XXI não é a disputa entre modais, mas a inteligência da integração entre eles. Ou seja, integração inteligente: 3ª pista da Rodovia dos Imigrantes e Hidrovias da Baixada Santista fortalecendo a competitividade do Porto de Santos.


As hidrovias da Baixada Santista é obra do governo do Estado de São Paulo. Entretanto, até agora não se sabe a posição do Excelentíssimo Governador Engenheiro Tarcísio de Freitas. De certo, não se opõe às hidrovias, como retroárea portuária e um novo tempo do Porto de Santos, como obra do governo de São Paulo. Uma heroica realização do seu governo.


As matérias assinadas não representam necessariamente a opinião da EngD.


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