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O ATALHO NÃO É A ROTA PRINCIPAL

Prezados (as),


Estamos empenhados em chegar a um determinado lugar; vou chama-lo de Paraíso, mesmo que utópico.


E estamos seguindo a mesma rota principal, a única que, ao grande objetivo comum, conduz, em condições bastante diferenciadas para cada um: Em momentos diferentes, uns mais avançados, outros menos; uns mais rápidos, outros mais lentos e, principalmente, por meios diferentes: Avião, carro, trem, carroça, a pé, rastejando.... .


A jornada é extremamente difícil, tormentosa, sujeita a inesperadas armadilhas e obstáculos levando, cada um, a enfrentar a sua maneira, usando dos atalhos disponíveis e, muitas vezes, exigindo retrocessos para um reinício em condições mais adequadas.


Criticar o atalho que o outro teve que tomar, ou até o retrocesso em função de um cenário que ele enfrentou, achando que válidos são, apenas, os nossos atalhos e retrocessos, não é a melhor estratégia. Afinal, o que nos une é o objetivo comum e a rota principal, não o atalho.


O que não se pode, e não se admite, é destruir a ponte ou o aeroporto depois de os ter usado.


César Cantu

São Paulo, 06.03.2022

[Tenho por mim que nada existe de mais ínfimo do que pensar, exclusivamente, em mim próprio]

[Do contraditório, à verdade]

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