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PROTEÇÃO CONTRA A MISÉRIA EXIGE REDISTRIBUIÇÃO DE RENDA

Prezados (as),


Proteção contra uma miséria cruel como essa, de causa dupla – a pandemia e a incompetência do governo Bolsonaro, exige muito mais do que o necessário assistencialismo; há que necessitar de uma Política Pública de Combate à Miséria estruturada.

O assistencialismo é necessário; matar a fome já. Mas, a solução raiz deverá passar, forçosamente, por uma redistribuição de renda; caso contrário, milhões continuarão sendo lançados às ruas enquanto uma minoria continuará acumulando mais e mais. É uma constatação real, sem retórica ou delírio.


Distribuição de renda se faz com impostos progressivos. Criou-se o mito de não aumentar impostos. Para os que incidem sobre a produção, pode-se dizer que é válido. Mas, e aumentar o imposto sobre a renda e a riqueza, por que esse mito? Para proteger o capital da elite que se acumula cada vez mais, enquanto a miséria aumenta? O 1% mais rico no Brasil concentra 50% da riqueza total, mais do que nos EUA (45%) e da Europa (Entre 30 e 35%). Se redistribuir dinheiro dessa minoria é crime, por que povo na miséria não é?


Por isso, se não houver uma redistribuição da renda e riqueza dessa parcela que usurpa a sociedade, não se resolverá esse problema que sempre existiu, desde o descobrimento. Mas, para isso, exige-se vocação, vontade, coragem e competência na gestão pública. Nada disso existe no governo Bolsonaro.


César Cantu

São Paulo, 31.01.2022

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