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Ato Alexandre vive! Marca os 50 anos da morte do estudante


Nesta sexta-feira, dia 17 de março, a partir das 16h, será realizado um ato em memória ao estudante Alexandre Vannucchi Leme e os 50 anos de sua morte. O aluno de Geologia foi torturado e assassinado pela ditadura em 1973.


O evento ocorrerá na Sala dos Estudantes da Faculdade de Direito da USP. Na sequência, a partir das 19h, a Catedral da Sé receberá novamente uma missa em memória ao estudante.


Organizado pelo Instituto Vladimir Herzog, Comissão Arns e Núcleo de Preservação da Memória Política, o evento “Alexandre Vive! 50 anos” marca as cinco décadas do assassinato do estudante de Geologia da USP, morto após ser preso e torturado por agentes do DOI-Codi paulista.


O evento contará com a presença do jornalista Juca Kfouri, responsável pela abertura, do ex-deputado Adriano Diogo, colega de classe de Alexandre, e de representantes da União Nacional dos Estudantes, do Centro Acadêmico XI de Agosto e do Diretório Central dos Estudantes da USP, cujo nome homenageia Vannucchi.


Durante a cerimônia será lançada a exposição virtual “Alexandre Vannucchi Leme: eu só disse o meu nome”, composta por imagens, áudios e textos que narram a vida, a morte e o legado deixado pelo jovem para a luta por direitos humanos.


Também terá início a pré-venda do livro “Eu só disse o meu nome”, escrito por Camilo Vannuchi, jornalista e primo de segundo grau do estudante. Na sequência, a partir das 19h, a Catedral da Sé celebrará uma missa em homenagem a Alexandre, com a presença de sua irmã Maria Cristina Vannucchi Leme.


Também estarão presentes o ex-ministro da Justiça e presidente da Comissão Arns, José Carlos Dias; o diretor do Núcleo de Preservação da Memória Política, Maurice Politi, e o presidente do Conselho do Instituto Vladimir Herzog, Ivo Herzog.


A cerimônia deve ser ministrada por dom Pedro Luiz Stringhini, bispo de Mogi das Cruzes (SP), e dom Angélico Sândalo Bernardino, bispo emérito de Blumenau (SC) e um dos celebrantes do ato ecumênico realizado após a morte do jornalista Vladimir Herzog, em outubro de 1975.


Presidente do Conselho Deliberativo da EngD, Amaury Monteiro Junior, testemunha do triste episódio, convida. Assista!



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