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PELA DIGNIDADE, RESPEITO E LIBERDADE DAS MULHERES, BASTA!

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    EngD
  • há 2 minutos
  • 2 min de leitura

Ei, colegas!


Nós, colegas suas da Engenharia Pela Democracia, convidamos vocês para refletirmos sobre a situação da MULHER na nossa sociedade e unidos externarmos nosso REPÚDIO à onda de violência contra as mulheres que está ocorrendo de forma publicamente percebida, não somente se evidenciando nos feminicídios e outros crimes repugnantes destacados pela mídia, como também se manifesta nas breves e sutis interações preconceituosas do cotidiano, no lar, na rua, na escola, no mercado, no transporte, no trabalho e até no lazer, no culto e em tantos outros espaços, com atitudes que criam e alimentam a lamentável situação atual.



O comportamento misógino é sua semente e raiz, é contra as mulheres por assim serem, mulheres. Ser mulher não é definido biológica ou identitariamente, pois mulher não é só a que gesta ou a que menstrua, há as idosas e um leque de outras situações. As mulheres trans são mulheres, por Lei e por identidade social. Os homens trans que mantem a genitália e outras características biológicas femininas ainda são mulheres. A complexidade dessa situação é para ser aceita, como se aceita a realidade da natureza, como a de que a Terra gira, e se aprende a conviver bem com ela.


A misoginia grita e age contra a ascensão das mulheres, por estarem expondo seus desejos, suas vontades e necessidades e, principalmente, por se oporem ao que as impedem de viver melhor. A misoginia propaga os preconceitos e semeia o ódio, que as mulheres são inferiores, menos inteligentes, submissas, fúteis, e devem se submeter. NADA DISSO! A mulher é livre pra ser o que ela quiser ser, assim como os homens, é livre para escolher seus parceiros, livre para trabalhar onde bem entender, livre para se vestir como bem quiser. É livre para se desenvolver de forma individualizada, dona de seu próprio destino e, principalmente, DIZER NÃO quando assim considerar ser o melhor.


Precisamos nos unir contra a misoginia. Ela alimenta a crueldade e morte, seja do mal estar em alguma situação constrangedora, preconceituosa que se passe por ser mulher ou a testemunhando, seja do horror dos crimes e feminicídios praticados covardemente por indivíduos sorrateiros, ou seja em violência internacional escancarada e publicizada, como foi o caso das 165 meninas e suas professoras no Irã, “cirurgicamente bombardeadas” por uma guerra que não pediram, não opinaram e foram executadas.


Nós, que sofremos com assédios, com o corte em nossas falas, com salários desiguais, estamos gritando um BASTA a essa situação.


Neste dia 8 de Março as mulheres do mundo gritam bem alto em suas mentes e espaços: BASTA!


E vocês, escutem e propaguem NÃO É NÃO! BASTA É BASTA!

 

Odete dos Santos

Cládice Nóbile Diniz

Maria Odinéa Melo Santos Ribeiro

Lara Fernanda Modolo Ducci

Maria Alessandra Azevedo Pereira

 
 
 

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