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Aos 79 anos, idoso passa no vestibular de universidade federal em Engenharia

  • Foto do escritor: EngD
    EngD
  • há 10 horas
  • 2 min de leitura

Ivo Klug mostra que quem já tem uma carreira inteira também pode voltar à sala de aula como calouro.


Histórias de volta aos estudos ganham força quando a aprovação chega em um curso concorrido de universidade federal e quebra expectativas sobre idade e rotina. Caso de Ivo Klug, em Santa Catarina, reúne disciplina, recomeço acadêmico e curiosidade ao colocar um calouro de 79 anos em Engenharia.
Histórias de volta aos estudos ganham força quando a aprovação chega em um curso concorrido de universidade federal e quebra expectativas sobre idade e rotina. Caso de Ivo Klug, em Santa Catarina, reúne disciplina, recomeço acadêmico e curiosidade ao colocar um calouro de 79 anos em Engenharia.

Aos 79 anos, o morador de Blumenau (SC) Ivo Klug conquistou uma vaga em um dos cursos mais disputados de uma universidade federal e passou a ser reconhecido como o candidato mais idoso aprovado no vestibular da Universidade Federal de Santa Catarina. Ele já havia concluído uma graduação em Engenharia Mecânica na Universidade Federal do Paraná, décadas antes, e acumulou formação complementar ao longo da vida, incluindo cursos e uma pós-graduação.


A escolha por Controle e Automação, no entanto, foi justificada por um interesse específico na área e pelo desejo de estudar com profundidade temas ligados a sistemas de controle, processos e automação, campo que se expandiu significativamente com a modernização industrial e a digitalização de operações.


Uma história de inversão do papel social esperado para alguém de quase 80 anos, que troca a rotina de trabalho consolidado pela rotina de provas, laboratório, sala de aula e conteúdos técnicos.


A aprovação de Ivo Klug em Engenharia na UFSC, em um vestibular concorrido e com exigências altas, reforça um dado simples e verificável: a universidade pública pode receber perfis muito diferentes de estudantes, inclusive aqueles que decidem recomeçar tarde, com uma história inteira nas costas e um novo caderno na mochila.


Quantas pessoas que hoje passam todos os dias perto de uma universidade, mas acham que “já não é mais para elas”, se surpreenderiam ao descobrir que ainda é possível começar de novo?


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