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UMA MORTE, UMA ETNIA EXTINTA

Prezados (as),


O último membro da etnia “Tanuru”, que vivia isolado há 26 anos na selva de Rondônia, foi encontrado morto, sozinho com, tão somente, os poucos pertences ao seu lado. Todos os seus irmãos de tribo haviam sido assassinados pelos vorazes madeireiros há décadas.


Não foi, apenas, um ser humano que morreu. Foi uma etnia de milhares de anos, talvez milhões se for considerada a sua origem antes da migração para as Américas, que se extinguiu. E, assim, uma a uma, todas essas etnias indígenas vão sendo exterminadas, sob o beneplácito do branco hegemônico.

É preciso repensar esse modelo de convívio dos seres vivos entre si e que ainda não deu certo. Antes que o último venha a ser um de nós mesmos.


Por tudo isso, e pelo pior que poderá advir, recrimino e condeno a nefasta política do governo Bolsonaro em desfavor da proteção efetiva das minorias oprimidas, simplesmente, para favorecer os interesses dos poderosos.


Grato

São Paulo, 29.05.2022

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